segunda-feira, 8 de junho de 2009

Formas de Entretenimento na Rede


É inquestionável o uso da Internet para entretenimento, certo? A grande maioria dos usuários, principalmente os jovens, utiliza-se da mesma para se divertir. Afinal, é na rede que encontramos: interação com os amigos, inúmeros tipos de jogos, vídeos, fotos tudo ao mesmo tempo e no mesmo lugar.

Uma dessas formas de entretenimento são os vídeos. Sejam clipes musicais, shows de comédia, curtas metragens quaisquer tipos de vídeo podem ser encontrados na rede e assistidos como forma de entretenimento. Quem não conhece o famoso site www.youtube.com? Que, segundo o www.alexa.com, está em 3º lugar entre os 500 sites de entretenimento mais acessados no Mundo.

Não podemos deixar de falar, claro, de sites como Orkut e Twiter, que promovem a interação entre seus usuários, visualização de fotos, avatares animados (BuddyPoke), enfim, tudo em prol da diversão. Outro dado do ranking supracitado: o Orkut é classificado como o site mais acessado no Brasil, portanto está em primeiro lugar. Outra forma de interação pela internet é o MSN, mais antigo que o Orkut, traz possibilidade de conversas instantâneas, jogos entre outros, mas encontra-se em 2º lugar.

Uma forma de entretenimento, não tão comum como as já citadas são os MMORPGs (Massively ou Massive Multiplayer Online Role-Playing Game ou Multi Massive Online Role-Playing Game – Jogos Online Massivos para Múltiplos Jogadores), jogos como: Ragnarok Online, Tíbia, World of Warcraft, Silkroad, MU Online, Lineage e muitos outros. Esses jogos são inspirados em RPGs como Dungen and Dragons, Zork e Adventure. Neles (RPGs on-line) se cria um avatar virtual e o objetivo é evoluir, ficando cada vez mais forte. São criados, a todo tempo, novos desafios para os jogadores. Infelizmente, a grande maioria desses jogos é paga, ou seja, exige do jogador uma taxa mensal para que ele usufrua do jogo, mas também não são raros os “servidores piratas” ou “private”, ou seja, servidores que não exigem essa taxa mensal.

O download de músicas, filmes e episódios de animes e seriados também podem ser considerados uma significativa forma de entretenimento na Internet, uma vez que essa possibilita aos seus usuários o acesso gratuito a filmes e séries de TV. Essa forma de entretenimento leva sites como RapidShare, Badongo, entre muitos outros ao ranking supracitado.

Se fossemos listar todas as possíveis formas de entretenimento que a rede oferece passaríamos a eternidade aqui, pois muitas outras, além dessas já existem e inúmeras ainda estão por vir. Descobrimos formas de nos divertir na Internet a cada clique, portanto deixo um conselho: aprecie com moderação.

Por Vanessa

sábado, 6 de junho de 2009

O eu e o outro na internet

A relação entre o eu e o outro é tema de numerosos escritos que atravessam os milênios até nós. O olhar o que está além de nossas fronteiras nunca foi uma das tarefas mais fáceis da existência humana. O contato com a diferença implica em valores (ou ausência deles) que muitas vezes não possuímos ou simplesmente não queremos possuir.

A revolução a que se submeteu nossa sociedade com a criação, propagação e desenvolvimento da internet e que a tornou, como afirma Castells "(...)o meio de comunicação que constitui a forma organizativa de nossas sociedades(...)"¹, desempenha um papel importante nesse processo, já que, direta e indiretamente, tem promovido, quase naturalmente, uma expansão, por menor que seja, dos horizontes dos usuários.

Analisando-se especificamente este fenômeno pela perspectiva do desenvolvimento da tolerância, o acesso ao que está além do "nosso mundo" na internet segue um processo já iniciado pelo desenvolvimento de outros meios de comunicação. A interação horizontal, a troca de informações não mediada, o maior conteúdo de imagens e explicações, além da liberdade que é característica desse meio são fatores que favorecem tudo isso.

Não nos entreguemos, entretanto, a romantismos tolos. É evidente que a internet não adquiriu poderes que lhe permitam atuar tão intensamente sobre seus usuários e mudar-lhes suas visões de mundo. Não se pode ignorar que uma mudança na maneira de conviver com o diferente parte de uma iniciativa individual. Antes de tudo, devemos, isto sim, observar o processo histórico em que a internet se insere e as ferramentas que ela oferece para a reprodução e a ampliação das conquistas relativas a ideais de tolerância e respeito, contribuindo para que eventos destrutivos não mais se produzam.

Por Luciano

1. "Internet e sociedade em rede", texto da autoria de Manuel Castells.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Furtos e Fofocas do Virtual






É difícil encontrar atualmente alguém que não tenha informação, a respeito de si mesmo, na Internet. É tão comum perguntar para uma pessoa se ela tem orkut, facebook, blog ou o mais recente Twitter.

A questão é: será que os internautas têm noção do que é ter dados sobre suas vidas em uma rede global?

Cada vez mais são maiores as formas de se “projetar” na Internet. Seja através de fotos, vídeos, perfis, trabalho, a privacidade se perde ao aceitar a conexão virtual com o mundo e o pior é que com ela também se vai a segurança. Daí os cuidados ao falar seu nome verdadeiro, local onde mora ou até mesmo que vai sair de férias e deixará sua casa sozinha. Esta última situação foi vivida pelo norte-americano Israel Hyman, que ao sair de férias com sua família para o Kansas postou no Twitter (rede social e servidor para microblogging que permite aos usuários que enviem e leiam atualizações pessoais de outros contatos através da Web ou por SMS e em tempo real) "Nós viemos para Kansas City. Visitar a família de @ noellhyman. Mal posso esperar para filmar alguns bons vídeos enquanto estamos aqui" e teve sua casa roubada.

Dizer que Israel Hyman agiu de forma inconsequente é até aceitável, entretanto será que muitos de nós faríamos diferente? A Internet já se transformou em algo tão importante para o nosso mundo que governos “democráticos” criam projetos visando à democratização tecnológica e inclusão virtual, ou seja, a World Wide Web é parte integrada ou desejo de muitas famílias do mundo inteiro e por isso erroneamente considerada inofensiva e “amigável”.

A Internet foi criada para encarar qualquer tipo de censura como um obstáculo e reconfigurar sua via de transmissão e assim ela se torna o símbolo máximo da expressão. O problema é que tanta liberdade desregrada não está sendo bem aproveitada. Quem tem e-mail está cansado de receber propagandas de diversos tipos – até aquelas já conhecidas “roubadoras de senhas” -, quem tem perfis em redes socias sempre está reclamando da invasão de privacidade. Mas, oras, se querem ter privacidade isolem-se do mundo! E por fim, até governo está tratando de tomar providências para domar a Internet.

O atual presidente dos EUA, Barack Obama, vai nomear especialista para cuidar da segurança digital do país. O escolhido deverá se responsabilizar pela supervisão de uma estratégia nacional para proteger os interesses americanos no universo virtual. Segundo ele, até sua campanha foi sabotada virtualmente no ano passado. Aqui se percebe que até mesmo a política sofre com a ascensão da Internet já que é inaceitável um governo que priva seu povo de ter acesso ao mundo através de um clique, como fazem alguns países do Oriente Médio. Isso já se transformou em questão institucional, como nos EUA onde por lei é proibido censurar o “caos da expressão” na Internet: “Os cidadãos têm um direito constitucional ao caos”, segundo a Corte Federal Norte-Americana.

O poder de escolher na Internet é algo ilusório, pois você decide que vai manter certas informações em sigilo e aí vem alguém e as colocam disponíveis para qualquer um que se interesse. Privacidade e segurança já são conceitos que se misturam ao falar sobre a W.W.W e as linhas que as separam de seus antônimos se tornam cada vez mais tênues.

A entrada no mundo virtual é cada vez mais fácil, saber sobre qualquer assunto é algo possível na rede, conversar com alguém a quilômetros de distância é instantâneo... só que proporcionalmente à essas vantagens cresce as facilidades para se cometer crimes via web, porque controlar uma vasta rede como essa é praticamente impossível. Governos que estabelecem censura em seus países têm que acostumar com o fato de que tal ato só vale para os domínios virtuais de sua região (o que não é quase nada efetivo).

Pedofilia, pornografia, roubo de senhas e até de casas, publicação de informações sigilosas, nomes de pessoas que são usados para fins ilegais criam um sentimento de indignação perante a Internet, mas que não é suficiente para uma punição efetiva. A web é colocada como meio de comunicação, meio que através da virtualidade projeta a realidade e que não deve sofrer nenhum tipo de restrição já que além de ser meio de comunicação também atua como espelho das relações socias; permite que pessoas conheçam pessoas, se relacionem entre si. Tais definições nos levam a perceber que a World Wide Web é a nossa sociedade do século XXI, sociedade em que nos relacionamos, trabalhamos, divertimos, comunicamos, entretanto não possui regras concretas, constantes e bem definidas. Não segrega povos – os une –, não valoriza classe social e nem religião e assim se torna a idealização individual de um mundo onde se expressar é a única lei respeitada.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

As redes sociais e a rotina dos militares norte-americanos


Facebook, Twitter, Orkut... Quem nunca ouviu falar em algum destes sites de redes sociais? O amplo fluxo de idéias privadas ou públicas propiciado por estes, permite o compartilhamento de interesses comuns e consequentemente a relação mútua entre identidades afins. Os perfis dos usuários engajam-se em sua maioria por pessoas comuns que dividem opiniões e fotos pessoais entre si e seu grupo de amigos.


A partir da popularidade das redes sociais, alguns grupos e/ou países as aproveitam para a divulgação de seus interesses políticos, econômicos e sociais. Os Estados Unidos é o exemplo mais recente, visto que desde ontem (2) seus militares divulgam em sites de relacionamento a rotina das missões na Guerra do Afeganistão.

Todas as notícias referentes às suas realizações e acontecimentos no conflito podem ser acompanhados pelos internautas no Facebook, Twitter e também no site de vídeos YouTube. Esta iniciativa das Forças Armadas norte-americanas objetiva “levar a um público, cuja audiência é atípica, notícias, vídeos, imagens e outras informações diretas da operação Liberdade Duradoura", de acordo com comunicado.

De acordo com emissora de TV CNN, já na manhã de ontem, a página do Facebook contava com 5 mil seguidores. Nesta, os usuários manifestam suas opiniões a respeito da Guerra no país do Oriente Médio, as quais vão desde mensagens de reconhecimento a recomendações de segurança para os soldados. No perfil do microblog Twitter, o Exército dos EUA relata aos seus 7500 seguidores o desempenho bélico do país em textos de 140 caracteres.

As redes sociais não se restringem apenas às relações pessoais de seus usuários. Este exemplo norte-americano enfatiza a sua influência e consequente importância nos aspectos políticos de uma nação. Tal interatividade permite a participação ativa da população nos diferentes âmbitos de sua nacionalidade e um exercício significativo de democracia.
Por Vinícius

terça-feira, 2 de junho de 2009

A nova paixão dos brasileiros


Há vinte anos, o inglês Tim Berners-Lee criou uma das ferramentas mais empregadas na atualidade. A Internet nasceu na Suíça, mais especificamente no centro europeu de pesquisas nucleares onde ele trabalhava. Perguntado sobre o porquê de seu invento, Tim respondeu que estava frustrado por precisar buscar elementos para suas pesquisas em computadores espalhados; então imaginou uma forma de unificar estes dados. Daí, surgiu seu projeto inovador: a World Wide Web ou popularmente conhecida como www. Sua esperança era unir pessoas de todas as partes do mundo para trabalhar na solução de problemas globais. Seu desejo realizou-se. Mas ele nem pensava nas dimensões que sua criação alcançaria.

É fato: a Internet caiu no gosto dos brasileiros. Inicialmente, usada para trocar e-mails ou acessar sites, pode-se dizer que, hoje, ela é a extensão da identidade pessoal. Ou seja, na rede, os usuários criam perfis que simbolizam suas características e gostos, produzem blogs para compartilhar sua vida e histórias, além de expressar opiniões. As estatísticas comprovam isso. O Brasil ocupa a segunda posição mundial nas redes de relacionamento, é o campeão nas mensagens instantâneas do MSN e possui 30 milhões de contas no Orkut.

Embora a maioria da população não possua dinheiro para adquirir um computador, o www atrai todo o país para a frente de sua tela. Isto explica o sucesso das lan-houses, utilizadas principalmente por pessoas de baixa renda. Há quem diga que não consegue viver sem a Internet, seja por precisar dela para trabalhar ou mesmo por vício. Os jovens são os que tem mais intimidade com a rede, alguns chegam a ficar on-line o tempo todo. A onda está chegando até nas tribos indígenas. Os índios veem na Internet a possibilidade de se comunicarem com outros povos e conhecer outras culturas.

Diante de tantos últimos lugares em diversas pesquisas, o título de campeão é conferido ao Brasil neste quesito: ficamos conectados quase 22 horas por mês. Cabe a nós aplaudir a mente brilhante de Tim Berners-Lee, o responsável por estarmos aqui e ao mesmo tempo envoltos pela nova teia do mundo.

Por Laura de Paula

Fonte: http://g1.globo.com/jornaldaglobo

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Música na rede



A Internet facilitou as trocas de produtos culturais pela rede, entre eles a música. Com um simples download no formato mp3, você pode baixar qualquer música para o seu computador, e a melhor parte, sem pagar nada.

De um lado estão as gravadoras, alguns músicos e as associações que defendem os direitos autorais como, por exemplo, a Associação Antipirataria de Cinema e Música (APCM) que atua no Brasil e fechou a famosa comunidade no Orkut, “Discografias”, que disponibilizava aos seus usuários (aproximadamente 1 milhão) downloads de músicas, já do outro lado, esta a troca desses produtos culturais de forma livre pela rede.

Essa nova maneira de utilizar a internet afetou negativamente à indústria fonográfica mundial, que a cada ano apresenta baixos números em relação à venda de CDs e DVDs. A Internet causa enorme preocupação para eles e para alguns músicos que consideram esses downloads ilegais, e hoje em dia buscam maneiras de evitar que essa concorrência seja tão desleal.

Muitos músicos já se conscientizaram do poder da Internet nos dias de hoje e presenciamos vários casos de artistas ou pseudo-artistas, como a ilustre criatura e seus “Tchubarubas”, Mallu Magalhães, que fazem sucesso hoje, ou tentam sustentá-lo, graças à Internet.

A rede tornou-se a maior aliada da maioria dos músicos que tentam sobreviver sem se prender a uma gravadora, pois com a Internet existe a possibilidade de conhecer produtores do mundo inteiro, encontrar parceiros musicais e principalmente divulgar seus trabalhos sem fronteiras. Para outros músicos como, por exemplo, o líder do Motorhead, Lemmy Kilmister, que pronunciou, em uma entrevista dada a revista Rolling Stone, em alto e bom som que “se você baixou músicas minhas sem pagar, então me deve dinheiro”, essas trocas culturais pela rede são inaceitáveis, pois querem que seus direitos autorais sejam respeitados.

Esse assunto é bastante polêmico tanto para a indústria fonográfica quanto para os músicos e internautas, e promete continuar por muito tempo até que todos aprendam a conviver com a dinamicidade e as facilidades que a internet proporciona.


Por Sarah Abdala

sábado, 30 de maio de 2009

Free MP3 Download: vilão ou mocinho?


É um processo praticamente incontrolável: os computadores possuem a tecnologia necessária para a transferência das músicas de um CD para um computador. Uma vez no computador, essas músicas podem ser facilmente mais uma vez transferidas, dessa vez para a rede. Já na Internet, são disponibilizadas para downloads por qualquer pessoa que deseja ouvi-las, sem a necessidade de ter comprado o respectivo CD para isso. Isso não acontece somente com o meio musical, mas também com filmes e seriados, que uma vez gravados são facilmente disponibilizados para downloads na Internet.

O assunto é polêmico. As grandes gravadoras e estúdios de cinema do mundo reclamam que não há uma legislação para conter esse processo, argumentando queda na venda de cópias originais de CD’s, DVD’s, etc. Se defendem dizendo que esse processo constitui o crime de pirataria e desvaloriza o trabalho não só de cantores, bandas, produtores, roteiristas, atores, diretores, câmeras, etc. mas também da inúmera rede de emprego que se liga indiretamente a essas grandes empresas. Não só a grande indústria cultural se sente desvalorizada. Cantores e bandas iniciantes e gravadoras independentes também perdem a chance de crescer na carreira e no mercado cultural.

Por outro lado, repito, esse processo é praticamente incontrolável. Como impedir que as pessoas disponibilizem e baixem arquivos de música e cinema em uma rede que contém milhões de servidores e programas de downloads? Como regulamentar uma lei que combata a pirataria sem que se vigie tudo que os usuários fazem ou deixam de fazer enquanto navegam?

No Brasil, a APCM (Associação Antipirataria de Cinema e Música, financiada por grandes gravadoras como Universal, Warner e Sony) lutou para fechar a comunidade “Discografias”, a maior do Orkut para a troca de músicas ilegalmente, contando com mais de 1 milhão de membros. Fechou. Pouco tempo depois, a ironicamente intitulada “Discografias – O Retorno!” já conta atualmente com 260.000 membros.

Na França, o partido governista de Nicolas Sarcozy instituiu no país uma lei que corta a conexão de qualquer indivíduo que faça downloads de músicas e/ou filmes protegidos sob direitos autorais. É uma das legislações mais extremistas de todo o mundo em relação ao assunto, sendo apoiada por grandes artistas e empresários do entretenimento. Os críticos, no entanto, se preocupam com o potencial invasivo do Estado monitorando os cidadãos, além de considerarem a aplicação técnica da lei praticamente impossível.

Os que defendem a troca desses arquivos livremente na rede, se apóiam nos argumentos do direito que qualquer indivíduo tem de ter acesso fácil à cultura; da não relação com qualquer tipo de vantagem financeira sobre o material; do intuito de contribuição para a cultura e entretenimento e até mesmo dos downloads como meio de divulgação dos próprios artistas. Defendem que muitos artistas tem seus trabalhos (re)conhecidos graças à internet, e a partir desse (re)conhecimento os novos fãs passam a comprar o material original. Percebe-se então que a lógica inverte-se, tendo os downloads na rede como “propagandas” do material original, e não como “vilões” desses materiais.

Percebeu como é complicado? Existem pontos de vista distintos, entretanto ambos os lados possuem argumentos plausíveis. O que se percebe é que a proposta de combater com extremismo esses downloads é utópica, uma vez que não há nenhuma técnica precisa para fiscalizar a rede sem que isso interfira na privacidade de navegação do indivíduo. É necessário um consenso entre esses lados, para que a Internet seja mais um complemento para o sucesso da indústria audiovisual e fonográfica, e não uma vilã.


Felipe